30 anos depois, um pacto contra a fome

· Imprensa

Fonte: Estadão

O primeiro registro oficial sobre a fome, numa dimensão análoga ao genocídio, ocorreu entre os anos de 1877 e 1879, quando 600 mil pessoas morreram de inanição no semiárido brasileiro. Quase 150 anos depois, vivenciamos um novo crime humanitário neste país, revelado pela mais recente pesquisa da Rede Penssan, mostrando que hoje 33 milhões de pessoas passam fome.

O choque e a vergonha provocados por este número se somam à velocidade com que a miséria aumentou em apenas um ano: mais 14 milhões de pessoas passaram a não ter o que comer. Se nada for feito imediatamente, teremos entre 40 milhões e 50 milhões em 2023.

O que pode ser mais imoral do que estes números?

 

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